Arquivo da Categoria: Expedições

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Jeep MarocXperience 2013 – 11º dia

Depois de uma saida tardia de Chefchaouen, fomos em contra-relógio em direção a Tanger para apanhar o ferry. Aplicámos todas as técnicas de condução à marroquina que conheciamos e que aprendemos no próprio dia e conseguimos todos chegar a tempo de apanhar o ferry das 12h (que só partiu por volta das 13h).

Resta-me agradecer a todos os Bravos pela companhia, boa disposição, disponibilidade, atenção, pontualidade, condução à marroquina e sobretudo pela confiança (mesmo no dia em que já de noite andávamos dentro de um rio de pedras!)

Mais uma coisa… já há datas e itinerário previsto para a Jeep MarocXperience 2014!

És Bravo? Atreves-te?

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Jeep MarocXperience 2013 – 10º dia

Hoje foi dia de fazer visita turística em Fes. Ao passo que nas demais cidades, andar à descoberta livremente e sem guia é até aconselhado, a medina de Fes é um labirinto interminável de mais de 5000 ruas e meio milhão de habitantes.

Assim contratámos o guia e amigo Tammi que de uma forma bastante profissional, sábia e até humorística nos levou pelas ruas de Fes, visitando alguns dos locais emblemáticos, nomeadamente as chamadas corporativas (onde ele tem a sua comissão obviamente), de trabalho em metal, curtição das peles, vestuário tradicional, etc.

Após “palmilharmos” uma enorme (pequena) parte da antiga medina, chegou a hora do almoço. Entramos numa pequena porta, no fundo de um beco e eis que estamos no restaurante, um espaço amplo, bem ao estilo marroquino e onde pudemos degustar alguns pratos típicos da cozinha marroquina.

Após nos despedirmos do nosso amigo Tammi, estava na hora de nos fazemos novamente à estrada em direção a uma das minhas cidades preferidas de Marrocos, Chefchaouen. Em cerca de duas horas percorremos a estrada que liga as duas cidades, mas o fecho de ruas e a sinalização pouco clara da nossa “Maison d’hôtes” levou-nos a perder bastante tempo na descoberta do local de pernoita.

Tenho de dizer que o DarEchaouen foi uma muito agradável surpresa, com um nível de requinte, pormenor e distinção muito acima das minhas espectativas (este não conhecia). A visita a Chaouen foi bastante rápida antes do jantar, mas como estavamos perto, houve a oportunidade de voltar à medina logo após de jantar enquanto as lojinhas ainda estavam abertas. Por falar em jantar, mais uma vez fomos muito bem tratados neste campo e o mesmo estava muito agradável.

Todos os Bravos tiveram pena de não ficar por Chaouen mais um pouco… eu também!

Como o que é bom acaba-se depresa, esta Jeep MarocXperience não foi exceção, amanhã é dia de regresso a casa!

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Jeep MarocXperience 2013 – 9º dia

Embora a sensação de “está a acabar-se” esteja já a dominar as cabeças (pelo menos a minha), temos hoje um dos dias mais duros da expedição, no qual não pode haver atrasos nem percalços…

São praticamente 500km até Fes, num misto de estrada e pista (muita pista), em que atravessaremos todo o Médio e Alto Atlas. Hoje é mais um dia em que a paisagem altera brutalmente à medida que progredimos no terreno. É caso para pensar que ainda há dois dias estávamos na aridez do deserto de dunas e agora estamos a navegar por entre montanhas com rios e margens verdejantes lá em baixo, traços de linhas de água bem largas e evidências de grandes cascatas (no inverno).

A pista é belíssima e claramente pouco visitada, dada a indiferença e perplexidade dos povos das regiões que atravessamos. Melhor assim!

Chegámos a Imilchil por volta da hora prevista, a partir daqui só teríamos asfalto e estava praticamente assegurada a nossa chegada a Fes ainda de dia. Almoçamos num restaurante local, uma série de “coisas” grelhadas no carvão (os Bravos não ficaram indiferentes aos cheiros libertados aquando da passagem à frente do local e a paragem foi inevitável).

O resto do percurso foi bastante bonito com lagos, uma cidade (Ifrane) que mais parecia Suiça, uma floresta com cedros gigantes e macacos… mas infelizmente já nos tinhamos despedido das pistas!

A azáfama de Fes em hora de ponta não intimidou os Bravos que adotaram desde logo a condução à Marroquina e a chegada ao hotel foi fácil. Amanhã é outro dia e está-se mesmo a acabar…

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Jeep MarocXperience 2013 – 8º dia

Ao 8º dia o corpo já pede algum descanso, e a pensar nisso foi proposto um passeio mais leve, de apenas 80km, onde iríamos percorrer o Vale das Rosas.

Até à entrada no vale, foi um normal percurso de estrada, mas o serpentear da estrada iria levar-nos exatamente onde queríamos… às plantações de rosas que dão origem a um sem número de produtos que têm como base a flor.

Acabámos por visitar uma destilaria que também é um albergue onde se produz água de rosas, tanto para uso na culinária, como na cosmética. A convite do anfitrião, resolvemos ir fazer um passeio a pé, por entre a plantação… foi um TT diferente, mas do agrado de todos e também passámos pontes de madeira sobre o rio, zonas de lama, pedra, subidas e descidas ingremes, muitas vezes usando os meios de desatasco à disposição; as mãos e os braços dos dois guias que nos levaram neste passeio!

Após cerca de duas horas de caminhada, as barrigas já davam horas e urgia almoçarmos. Usámos a sala de refeições do albergue para o nosso piquenique indoor, o que foi bastante agradável, porque era bem cómoda e agradável.

Partimos depois do repasto em direção ao que estava faltar em mais um dia nas montanhas de Marrocos, uma pista! E assim foi, passados alguns quilómetros entrámos na pista que nos iria levar a Dades. Fizémo-la praticamente toda sem companhia de outros viajantes, à exceção de um Kia Picanto, também esse um grande Bravo por se meter naquelas aventuras (ficam no entanto algumas dúvidas sobre se fez a pista até ao fim com o carro inteiro).

Também esta pista tinha uma beleza especial, com muitas rochas recortadas e uns rios de pedra algo desafiantes para os pneus e mecânica dos Jeep.

No final do dia e já chegados ao hotel, alguns Bravos ainda se aventuraram na piscina e no jacuzzi com água a temperaturas proibitivas, com direito a foto subaquática tirada diretamente do lobby do hotel… sim a piscina tinha uma janela para o lobby.

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Jeep MarocXperience 2013 – 7º dia

No jantar de ontem percebi que embora o passeio de dromedário tivesse sido emocionante, tinha ficado a vontade de subir a grande duna  com os Jeep! Após acertar detalhes com o guia, lá combinámos encontrar-nos, novamente madrugando, às 6:00 à porta do Tombouctou.

Aproveitando a areia dura da humidade da noite, chegámos num instante à subida em que se tinha de dar gás, gás, mucho gás!

Chegados ao topo, pudémos desta feita, ver o sol a nascer, no mesmo local onde no dia anterior tinhamos visto o ocaso.

Para os que lá andaram, mais parecia que já faziam dunas desde sempre tal era a forma como abordavam as dificuldades, sempre com a dose certa de acelerador!

O sol ainda está a subir e nós já de partida para um dia que ainda seria muito longo. Até Dades ainda falta muito… e com duas gargantas pelo meio, bem como o ponto mais alto (em altitude) da expedição, quase a tocar nos 3000 metros.

A passar Rissani havia um tilintar na frente do meu Jeep que não desaparecia. Após verificar, constato que o suporte do amortecedor de direção havia rompido pela soldadura e seria necessário visitar mais uma oficina. Erfoud seria a próxima paragem!

Enquanto uns aproveitaram para ir à oficina, outros passearam pela cidade onde acabámos por almoçar. Ainda bem que fui visitar o mecânico, que como o Gordito de Zagora, também se chama Mohamed, porque o resultado de ter andado à vontade até perceber que tinha o suporte danificado, foi um pendural partido e a ponta do amortecedor de direção torcido. Tudo foi reparado à boa maneira marroquina.

Na paragem em Erfoud deu até para conhecer um amigo do Facebook do Jeep Club Portugal, o Hamid Alma Nomada.

Já “almoçados” seguimos para Tinerhir, onde entrámos nas bonitas Gorges du Todra. A paisagem corta a respiração e faz disparar as máquinas fotográficas…

Após o percurso sinuoso que caracteriza esta zona, agora já asfaltada, entrámos em pista na direção de Dades. Os primeiros kilómetros fizeram-se sem sobresaltos e em pista bastante rolante, mas tinha informações de que estreitaria e se viria a tornar lenta, mas extremamente bela. E foi!

Tornou-se ainda mais estreita, porque apanhámos em sentido contrário um rally com motas, quads, jipes e buggys de diversas nacionalidades. Atravessámos rios, subimos e descemos as montanhas que separam as duas gargantas.

Todos os Bravos estiveram à altura, não baixando o ritmo, que se precisava animado para não terminarmos a pista de noite.

Foi já no cair da noite que começamos a nossa descida para Dades, mas ainda deu para perceber que mais uma vez, a paisagem era de tirar o fôlego. Não há problema, daqui a dois dias passamos aqui outra vez!

Na chegada ao Xaluca ainda deu para fazer navegação à vista, por atalho entre as habitações, mas valeu a pena!

P.S. A reparação marroquina estava paga! A soldadura não cedeu e o pendural estava intacto.

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